terça-feira, 29 de março de 2011

A tendência da Androginia



Mateusz Rogenbuk, um modelo andrógino do catálogo da Male Model Scene 


“Androginia é tão antigo quanto andar em pé”. Esta frase é do jornalista de moda masculina Lula Rodrigues e já nos tira a falsa ideia de que o assunto seja novidade. Será? Na moda, o termo é mais antigo que minha bisavó. No entanto, o estilo adotado por Boy George ainda é desconhecido pelo grande público aqui no Brasil, apesar de quase todas as novas coleções se designarem "andróginas".
Na recente Mercedes-Benz Fashion Week, nos E.U.A., o desfile de Rag &  Bone apresentou saias que ficariam incríveis em qualquer menino confiante do estilo, seja gay ou hétero.


A maioria das pessoas imagina que andrógino seja um menino afeminado, lânguido e sem sal. Elas ainda não deve conhecer o pupilo de Karl Lagerfeld, o top model Baptiste Giabiconi. Ele vem estrelando todas as principais campanhas mundiais do momento e chegou para quebrar os padrões convencionais. Até de salto alto ele já posou e o resultado foi uma explosão de sexualidade, fazendo todos esquecerem o que é masculino ou feminino.



O sérvio de 19 anos, Andrej Pejic, está encantando o mundo da moda com seu look ultra feminino. Com a estrutura óssea de Natasha Poly, os olhos de gato de Jessica Stam e o cabelo de Karolina Kurkosa, Pejic conseguiu chamar a atenção de Marc Jacobs que o contratou para a campanha primavera/verão de sua linha Marc by Marc Jacobs.

domingo, 27 de março de 2011

O Piauí como ele é

Marauê: "Se o mundo tem um c*, o Piauí é o c* do mundo"

Não tem desculpa. O comentário do ator de nome esquisito, Marauê Carneiro, foi extremamente chulo e ofensivo. Se sua intenção foi fazer uma brincadeira, e não se promover, que infelicidade! Mesmo que a tal frase fosse popular, e de fato é, há certos preconceitos que não devem replicados. Comentários xenofóbicos como esse não devem ser repassados adiante.

Mas a lição que eu levo desse caso não é a falta de assunto construtivo na imprensa local (isso eu já sabia faz tempo), nem tampouco a falta de autoestima do povo do Piauí (isso eu também já sabia faz tempo), e sim a falta de princípios democráticos na sociedade piauiense. De repente, toda imprensa e a população se diz indignada com o comentário do ator, mas o que ele fez foi apenas exercer sua liberdade de expressão, muito mal por sinal, mas ele tem o direito.

A reação da população simplesmente me assustou. Ameaçaram jogar ovo no ator e sabe-se lá mais o quê! Que civilidade, hein! Enquanto os londrinos vão às ruas protestarem contra cortes promovidos pelo governo, nós achamos normal ser um dos estados mais pobres do país, ou pior, acreditamos na conversa boba de que o governo está sem verbas. Onde está o dinheiro de nossos impostos, que não são poucos? E eu dou os parabéns para os alunos da Uespi, esses sim estão lutando por uma causa digna, e não por ufanismos baratos.

É curioso como os piauienses abriram mão do principio de liberdade de expressão por ufanismo de quinta! É sinal de que não damos valor à Democracia. Revoltaria-me se o tal Marauê não pudesse escrever aquela frase, sábio Voltaire! Sorte a nossa dele puder escrever aquilo.

O pior foi o presidente da Assembléia que cancelou a peça alegando que estava guardando a Constituição estadual. Rasgou totalmente a Constituição. Seu ato foi sim ditatorial. Não vejo outro nome senão censura para o cancelamento de uma peça devido à opinião, ou declaração de um ator. Quem deveria fazer o julgamento era a população. Quem se achou ofendido não iria, ou iria protestar civilizadamente, como se estivesse num estado que a democracia fosse madura. E quem achou que ele apenas usufruiu de sua liberdade de expressão iria. Aos meus olhos, a atitude do deputado foi puro casuísmo, para bancar de protetor da honra piauiense.
Esse caso reforçou o que eu já desconfiava: não sabemos lidar com a Democracia. É o Piauí como ele é.

sábado, 19 de março de 2011

Conto de fadas "colorido"




Chegou ao fim um dos maiores sucessos de crítica e de público atualmente da Globo, emissora que amargava dissabores como Tempos Modernos e Três Irmãs. Ti Ti Ti foi uma novela clássica, que falou, basicamente, de amor e todas as suas complicações. Tudo de uma maneira leve - com seu humor escrachado, às vezes pairando o ridículo. 

Além de aumentar os índices de audiência da emissora, um dos grandes feitos da trama escrita por Maria Adelaide Amaral foi a forma como conduziu e tratou os seus personagens homoafetivos. Foi a primeira vez que, realmente, um casal homoafetivo teve espaço numa novela brasileira. Antes, os personagens gays ficavam à sombra dos protagonistas, como se fizessem parte de uma cota. Um exemplo foi o casal Rodrigo (Carlos Casagrande) e Tiago (Sérgio Abreu), de Paraíso Tropical, que passaram os oitos meses de novela enfeitando a tela, como se fossem dois abajures. "Sem beijo: casal gay de 'Paraíso tropical' acha que a discrição conquistou o público", manchete de O Globo online, do mesmo grupo da TV Globo. Ti Ti Ti provou o contrário.

Julinho (André Arteche) e Osmar (Gustavo Leão), e, posteriormente, Thales (Armando Babaioff) foram escritos na medida certa: fugiram do estereótipo de bicha afetada, do estereótipo da Globo de virar hetero no final da novela, e do estereótipo da Veja que ser gay é um mar de rosas ("Ser jovem e gay, a vida sem dramas"); e não passaram os oitos meses chorando por ser homossexual. Os três foram retratados bem próximos do que a gente pode chamar de gay comum: tem consciência do preconceito, mas não passa a vida chorando e se lamentando.

Muito se falou da ausência de um beijo entre os dois casais homoafetivos que se formaram, apesar dos inúmeros carinhos. Realmente, uma cena com muito carinho, mas sem beijo fica com um vazio enorme. O telespectador fica com aquela impressão de que algo faltou. No entanto, concordo com o argumento de Maria Adelaide Amaral: “acho mais transgressor mostrar um homem dizer a outro ‘Eu te amo’ ou ‘Estou apaixonado por você’ do que um beijo. E que esse amor seja tratado com verdade e delicadeza”.  Quem sabe com o sucesso de Ti Ti Ti a Globo se dê conta de que mostrar dois homens se beijando não provocará uma guerra civil no país?! Julinho e Osmar, e, depois, Thales viveram um conto de fadas gay, sem beijo, é claro, porém transgressor e verdadeiro!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Editorial: Os limites do “para fins jornalísticos”


Certo dia, estava lendo a revista Galileu, edição de novembro do ano passado, que trouxe na capa o assunto proteção online. A reportagem de Guilherme Pavarin, Felipe Pontes e Guilherme Rosa abordou os perigos de expor os detalhes da vida pessoal nos sites de relacionamento. Os repórteres da revista decidiram montar um perfil de uma pessoa anônima através dos rastros deixados na web por ela durante um mês. Achei a ideia muito boa e decidi copiar. Durante um mês, também acompanhei um anônimo em suas redes sociais: Twitter, Orkut e Formspring.

Encontrei detalhes reveladores da vida desse anônimo, um estudante de Direito de uma faculdade particular de Teresina, que não se importa em responder perguntas no mínimo embaraçosas, inclusive sobre sua homossexualidade. Não tenho qualquer formação na área de Psicologia, porém, apesar disso, não resisti e tentei traçar um perfil psicológico desse cidadão. Acho que não resisti por causa da velha mania do ser humano de rotular todos.

Deparei-me com uma alma cheia de indecisões, incertezas e problemas familiares. Aos olhos dos outros, ele tem tudo para ser uma pessoa feliz: é rico, bem vestido, deve morar bem, tem carro, faz viagens internacionais. Porém, aparenta ser feliz. Talvez precise apenas de um pouco mais de atenção, carinho, ou um amigo de verdade. Em suma, ele é um prato cheio para qualquer perfil de qualidade (ou um romance).

Material divulgado nas redes sociais não me faltou para escrever um perfil profundo, no entanto decidi não publicar-lo neste espaço. Senti que poderia está expondo demais uma pessoa em nome do “para fins jornalísticos”. O perfil seria ótimo para mostrar como alguém que dar muitos detalhes de sua vida está muito susceptível, inclusive à ação de bandidos. Como é fácil observar, essa reportagem teria uma enorme utilidade, mas às vezes é preciso renunciar um bom “furo” em nome da Ética. Posso dormir tranquilo, não expus a vida de ninguém!

Quem quer fingir que ser pobre é bom?



Em janeiro, li um livro intitulado “Rico sem dinheiro” que propõem, pelo o que eu entendi, o fim do apego excessivo ao dinheiro – e achar que ele é sinônimo de felicidade. Sem dúvida, poder relaxar vários dias num SPA, comer o que tiver em mente, estar sempre na moda, não é ser feliz, é ser super feliz. Alguém discorda? Sim, há sempre um politicamente correto (e mentiroso) para discordar de coisa tão obvia. Como odeio pessoas assim!

E por falar em comida, o autor do livro, o alemão Alexander Von Schonburg, afirma que os pratos servidos nesses restaurantes chiques são uma porcaria. Esses grandes chefes de cozinha inventam coisas inimagináveis, pratos que parecem ser ração de marciano. Alguns menus, nem cachorro come. Ou melhor, sempre tem alguma madame que finge gostar dessas comidas horríveis...que sente orgasmos transando com o marido político - que finge em alguma Câmara Legislativa espalhada por esse país que defende os valores cristãos, mas gosta mesmo é de uma puta, e nem precisa ser fina. Voltando ao assunto comer (no sentido literal desse verbo - achei preciso esclarecer isso para evitar ambigüidade, já que estávamos falando de putas), existem pessoas que passam a vida comendo comidas sem graça. Estou falando de saladas, vegetais e verduras. Que gosto tem chuchu? Mas os politicamente corretos vão falar que tudo isso é para poupar a vida de milhões de animais. Antes eles do que eu!

Uma coisa eu concordo com o autor: não precisa pagar caro em roupas de marca – que muitas vezes não se diferencia em nada (sonegação de impostos) das que estão à venda no shopping da cidade. Ah!, um segredo: a dona dessa loja que sonega impostos é a mesma que não come carne para parecer politicamente correta! – para andar bem arrumado. Porém não recomendo as roupas do shopping da cidade, nunca vi uma camisa bonita em um camelô, ops um vendedor de artigos populares, olha o politicamente correto! É como sempre digo, tudo é questão de ter bom gosto, ter uma cueca ou uma meia cheia de dinheiro não garante elegância.

E por falar em garantias, será que o dinheiro compra amor? Nelson Rodrigues achava que dinheiro comprava sim amor verdadeiro. Amor não sei, mas uma orgia em motel sim. Exemplo disso é o primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi, que pagava sete mil euros a “dançarina” Ruby, Arrasa Corações. Os politicamente corretos vão dizer que isso não vale a pena, pois não se trata de amor verdadeiro. Agora pergunto: o amor daquela madame que finge sentir orgasmo com o marido é verdadeiro? E o dele, o político que transa com qualquer puta que não se incomode em aguentar bafo, é verdadeiro?

O autor fala ainda dos males que o automóvel trouxe à humanidade. Eu que sou frequentador assíduo do amarelão não me incomodaria de ter um carro, e pegar um trânsito de vez em quando, ainda mais morando em Teresina, que não há congestionamentos. Esqueça, andamos longe de viver um trânsito caótico, os teresinenses inventaram que o trânsito da cidade está uma loucura só para parecer que vivem numa metrópole.

Acho que essa conversa vai longe, mas vou ficar por aqui, é que quando escrevi esse post já passava de meia noite. Vou ficar dormindo e você, quem sabe, fica fingindo que existe um lado bom de ser pobre!

Rico sem dinheiro, a arte de desfrutar o melhor da vida , Alexander Von Schonburg: preço médio R$ 25,9

Vida de casal é ditada pela relação com pais na infância, diz estudo


A incapacidade de superar situações de conflito entre casais pode estar ligada ao tipo de relacionamento que cada uma das partes teve com os pais. Quanto melhor o relacionamento com o pai e a mãe durante a infância, mais as pessoas conseguem superar discussões como adultos. Os resultados são de uma pesquisa realizada por psicólogos da Universidade de Minnesota (EUA), publicada no periódico americano Pshychological Science.

Os pesquisadores monitoraram um grupo de crianças de 12 a 18 meses nascidas na década de 1970. Depois de 20 anos, os cientistas verificaram como os indivíduos resolviam os conflitos nos relacionamentos e quais assuntos eram mais espinhosos. Os indivíduos que tiveram boas relações com os pais durante a infância se mostraram melhores na resolução de conflitos na fase adulta.

Os cientistas concluíram que se os pais ajudam a regular as emoções negativas das crianças, elas crescem mais capazes de realizar a regulação das próprias emoções após um desentendimento ou discussão.

De acordo com os psicólogos, mesmo aqueles que tiveram uma criação insegura podem aprender com um parceiro mais equilibrado emocionalmente. "Se uma pessoa puder guiar o processo de superação de um conflito, ela poderá ajudar o outro e o relacionamento", disse a pesquisadora Jessica Salvatore, uma das autoras do estudo, em entrevista ao jornal inglês Daily Mail.
Da Veja

Da inveja e do amor



Maria, minha prima, é dona de um corpo moreno exuberante desde a adolescência, mas tenho que confessar que o tempo só a favoreceu. Lembro-me de um dia que fiquei espiando seu banho em cima de uma árvore e o galho onde eu estava quebrou. Quebrei uma perna, mas ganhei muitos cuidados e carinho dela. Melhor remédio não poderia existir!

Fomos muito próximas na infância, porém toda nossa intimidade se esfarelou quando ela ganhou seios primeiro do que eu. Como suas pernas eram grossas! Até hoje meus seios são pequenos. Nunca me conformei. Além disso, todos os nossos parentes gostavam mais dela do que de mim. Eu era rica, todos deveriam gostar de mim, pensava. A verdade é que ela, além de bonita, era dona de uma simpatia que contagiava, menos a mim, que sou fria como uma pedra de gelo.

Não demorou muito e Maria arranjou um namoradinho com 13 anos. Até hoje nunca namorei e tenho 35 anos. Se assustou, né? Porém esse caso terminou rápido, tratei de acabar com ele com uma surra que dei em João que, com medo, terminou mudando de bairro. Morria de raiva toda vez que Maria anunciava estar namorando.

Lembrei-me agora de uma vez que brigamos. Eu não aceitava seu namoro com Pedro, um menino com os olhos tão azuis como as águas de um oceano. Todo aquele grude me irritava. Paguei uma boa quantia e ele trocou de cidade. Queria ver Maria longe de qualquer homem.

Com toda a minha frieza e estupidez consegui que todos criassem raiva de mim. Ninguém sabia dos meus motivos, ninguém conseguia me compreender. Virei a ovelha negra da família. Quando ia, forçada, aos almoços de família, minha presença era um incomodo a todo mundo. Ouvi da boca de minha mãe que o ar pesava quando eu chegava. Na época, nada disso mexia comigo, porem, hoje, sinto que minha vida teria sido melhor se eu não tivesse bancado a rebelde.

No entanto, nada pode ser mudado. Tudo que estou contando faz parte do passado. Não posso alterar nenhuma vírgula, mas me arrependo de não ter sido feliz. Fui uma covarde e hoje, agora, estou no velório do grande amor da minha vida, Maria. Se ao menos ela tivesse demonstrado que eu teria chance algum dia, mas como isso podia acontecer se fui sempre detestável com ela? Não tive coragem de assumir meu amor por Maria, talvez não adiantasse muito fazer isso.

Não sei o que vou fazer da minha existência a partir de agora sem Maria. Há poucas horas ela estará debaixo da terra e eu estarei vazia, sem motivo para viver. Como gostaria de está naquele caixão no lugar dela. Assim, o mundo estaria livre de um ser tão miserável como eu. Sinto-me culpada por não a ter protegido daquele homem que acabou tirando a vida dela. Aqueles dois tiros não mataram só Maria.

* Texto ficcional

Pobreza é o único problema quem um país rico não tem?



No mês passado, o governo da presidenta Dilma lançou o seu slogan: País rico é país sem pobreza. Tão obvio como dizer que o céu é azul, o “lema” de nossa presidenta é uma pura cópia do usado pela gestão passada. Sem dúvida alguma, acabar com a pobreza deve ser meta de qualquer governo, no entanto não devemos considerar que o único indicador de desenvolvimento de uma nação seja o fim da pobreza extrema.

De fato, garantir as necessidades básicas a todos os brasileiros é algo a ser feito urgentemente. Entretanto, o governo também deve assegurar, a todos os seus cidadãos, educação e saúde de qualidade, sem falar na total liberdade de expressão e de criação. Bem como garantir que todos tenham igualdade de oportunidades, sem serem discriminados por qualquer motivo, seja lá racial, de gênero, religião ou orientação sexual.

Só desenvolvendo plenamente nossa ciência e nossa cultura seremos dignos de sermos uma nação desenvolvida. “Pibão” e “programas de transferência de renda” não garantem o desenvolvimento de um país. Se quisermos ser verdadeiramente ricos temos uma enorme tarefa de casa a fazer, que vai muito além de proporcionar mais de US$ 1 por dia a cada cidadão. Ou seja, para sermos ricos temos que ir muito além de acabar com a pobreza. E temos que começar agora.

O maranhense mais famoso


Sarney até pode ser o maranhense mais famoso, porém o que chamou atenção no cenário nacional esses dias foi o pé de maracujá que dá pênis, ou melhor, frutos que parecem com o órgão genital masculino. A façanha está cravado em São José de Ribamar, na ilha de São Luís, mas precisamente no quintal da casa de dona Maria Rodrigues de Aguiar Farias, 53 anos.
Segundo ela, depois de um incidente, precisou começar a cobrar pela visitação - ou por que viu  que o pé estava ficando muito famoso. Confira a tabela de preços: R$ 2 para visitantes; R$ 15 para fazer fotografias; e R$ 20 para fazer filmagem.
Em relação ao gosto, dona Maria se contradisse. Ao G1 ela disse, inicialmente, que tinha provado a fruta. "Comi a polpa, que parece melão ou abacate. Eu cortei de comprido e experimentamos. Não é amargo, nem azedo e nem muito doce, é suave".  Mas, depois, dona Maria voltou atrás, em meio a risos, dizendo que nem ela e nem sua família ainda tiveram coragem de experimentar o sabor do inusitado fruto.
Segundo o G1, pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estão acompanhando, há pouco mais de um mês, o desenvolvimento do maracujá que cresce em formato de órgão sexual masculino.